segunda-feira, 27 de dezembro de 2010


Odeio essas ceninhas de dar Feliz Natal/Feliz Ano Novo sinceramente .
Pessoas que aprontam, são falsas, umas com as outras, fazem o pior com você durante o ano inteiro e dizem ser sinceras no último dia do ano, te abraçam, desejam tudo de bom. E o amanhã?Eu daria realmente valor a tudo isso, se isso realmente fosse sincero, se amanhã você desse o melhor de si, tentasse ser uma boa pessoa.
Eu sou do tipo de pessoa que encara as coisas, os dias como algo comum. Titulam ser um ano novo, mais é apenas o mesmo plano. Fizeram apenas uma divisão de tudo isso, isso não quer dizer que o ano é novo, que você vai se renovar também. Isso tem que partir de dentro de ti, isso poderia ser feito ontem, antes de ontem, mês passado.
Me poupe disso tudo, desses comportamentos gerados por conta de uma data. Odeio teatros, odeio sorrisos gerados por conta de um momento falso, em que todos fazem as pazes, todos dizem esquecer, todos dizem perdoar. Existe uma diferença em dizer palavras e fazer acções. Pessoas que não sabem o valor de ser verdadeiro, de fazer o que é alegre ser realmente alegre. Elas costumam criar uma máscara chamada de amor, só que realmente lá dentro mora algo totalmente diferente. E não venha me dizer que as coisas não são bem assim, porque são. É uma futilidade enorme. Pense nisso!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010




Então, é Natal!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010


Eu vivo em um mundo em que pessoas perguntam como estamos, e depois nem se interessam pela resposta.

(Juliana Souza)

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

É engraçada a maneira como ando tão oca ultimamente que não me atrevo a escrever nada. E se o fizesse agora, não sairia algo legal, então, pouco me agradaria. Ponho a escrever o que sinto. Mas esta aí o problema, tempão que não venho sentido absolutamente nada, nada mesmo. Porém, insensibilidade não é sinônimo de mal estar, muito pelo contrário (pelo menos comigo). Eu gosto de estar no zero. Gosto de desfrutar desse equilíbrio. Gosto de pressentir o que vem a frente: o um, o dois, o três... Enquanto os negativos... ficaram perdidos nas entrelinhas de ontem, ante-ontem, mês passado, ano passado... bem distantes da de hoje, de agora...